Portal da Privacidade

Termos
1. OBJETIVO
1.1. O presente Termo de Uso de Cookies tem por objetivo dar transparência e esclarecer sobre a utilização de cookies em Nossos ambientes. 1.2. Leia atentamente este Termo e, caso ainda restem dúvidas, fique à vontade para entrar em contato conosco por meio dos Canais de Atendimento.2. ABRANGÊNCIA
2.1. Este Termo aplica-se a todas as pessoas físicas e jurídicas atuantes na FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II, — incluindo Colaboradores que atuem como empregados, voluntários e missionários voluntários, estagiários, jovens aprendizes, além de Terceiros que atuem como autônomos, temporários, prestadores de serviços, locatários, cessionários, freelancers e outros, por força de contrato ou convênio firmado, bem como a todos que façam uso dos serviços aqui especificados. 2.2. A FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II não consentirá qualquer alegação de desconhecimento dos conteúdos deste Termo por parte de quem a ela se submeta, em hipótese alguma.3. VIGÊNCIA
3.1. Este Termo passa a vigorar a partir da data de sua publicação, podendo ser revisado anualmente ou sempre que existir(em) alteração(ões) com o objetivo de garantir a sua atualidade, compatibilidade com as normas jurídicas aplicáveis e boas práticas de privacidade e proteção de dados pessoais.4. DEFINIÇÕES
4.1. Para que haja uma melhor compreensão por parte do titular de dados sobre os conceitos utilizados nesse Termo, a FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II disponibiliza a descrição destes: Nossos ambientes: designa o endereço eletrônico <https://fjp2.org/> e demais sites/aplicações/aplicativos vinculados à FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II, inclusive de operações diversas. Cookies: são pequenos arquivos digitais em formato de texto que são armazenados no seu dispositivo (computador, smartphone, tablet, etc.) pelo navegador de internet e que guardam informações relacionadas às suas preferências, como idioma preferido, localização, recorrência das suas sessões, e outras variáveis que os desenvolvedores consideram relevantes para tornar a sua experiência muito mais eficiente.5. COMPORTAMENTO DOS COOKIES
5.1. Os cookies podem ser enviados quando você acessa Nossos ambientes. 5.2. Os cookies guardam informações relacionadas às suas preferências, como idioma preferido, localização, recorrência das suas sessões e outras variáveis que os desenvolvedores de Nossos ambientes consideram relevantes para tornar a sua experiência muito mais eficiente. 5.3. Os cookies servem para aprimorar sua experiência, tanto em termos de performance, como em termos de usabilidade, uma vez que os conteúdos disponibilizados serão direcionados às suas necessidades e expectativas. 5.4. Eles também podem ser utilizados para realizar estatísticas que permitem entender como os Usuários utilizam Nossos ambientes, bem como para aprimorar suas estruturas e conteúdo. 5.5. A utilização de cookies é uma tecnologia utilizada comumente em qualquer site atualmente. O seu uso não prejudica de forma alguma os dispositivos (computadores, smartphones, tablets etc.) em que são armazenados.6. TIPOS DE COOKIES UTILIZADOS EM NOSSOS AMBIENTES
6.1. Nós utilizamos dois tipos de cookies em Nossos ambientes:● Cookies de Sessão: são os cookies temporários que permanecem arquivados até que o Usuário saia dos Nossos ambientes ou encerre o navegador;
● Cookies Persistentes: são os cookies que ficam armazenados no dispositivo do Usuário até que sejam excluídos (o tempo que o Cookie permanecerá no dispositivo depende de sua “validade” e das configurações do seu navegador de internet). São esses cookies que são utilizados no acesso aos Nossos ambientes, mostrando os conteúdos mais relevantes e personalizados de acordo com os interesses do Usuário.
6.2. Os cookies (de Sessão ou Persistentes) podem ser categorizados de acordo com sua função: Cookies Estritamente Necessários: permitem a navegação e utilização das aplicações, bem como acessar a áreas seguras dos Nossos ambientes. Sem estes cookies, a Plataforma não funciona corretamente;● Cookies Analíticos: coletam dados estatísticos com a finalidade de analisar a utilização dos Nossos ambientes e seu respectivo desempenho. Esse tipo de cookies é essencial para mantermos uma performance positiva, como: entender quais são as páginas mais populares e verificar o motivo dos erros apresentados nas páginas;
● Cookies de Funcionalidade: são utilizados para assegurar a disponibilização de funcionalidades adicionais dos Nossos ambientes ou para guardar as preferências definidas pelo Usuário ao navegar na internet, sempre que utilizar o mesmo dispositivo;
● Cookies de Publicidade: coletam as informações de visita em Nossos ambientes para que as propagandas nela dispostas sejam mais relevantes para o Usuário e de acordo com os seus interesses. Geralmente estão atrelados a cookies de propriedade de terceiros. Caso você desabilite estes cookies, note que ainda visualizará as publicidades, mas elas não serão personalizadas às suas preferências.
6.3. Nesse sentido, destacamos as principais finalidades, de acordo com as categorias de cookies apresentadas a você:● Funcionalidade: Os cookies ajudam a executar determinadas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedback e outros recursos de terceiros.
● Performance: Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a oferecer uma melhor experiência de usuário aos visitantes.
● Análise: Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição, fonte de tráfego etc.
● Publicidade: Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios personalizados com base nas páginas que você visitou anteriormente e para analisar a eficácia das campanhas publicitárias.
7. COMO CONTROLAR OU ELIMINAR COOKIES
7.1. Nós utilizamos recurso disponibilizado em Nossos ambientes que permite que você controle o uso de cookies. 7.2. A maioria dos navegadores é configurada para aceitar automaticamente os cookies. 7.3. O Usuário pode alterar as configurações para bloquear o seu uso ou alertá-lo quando um cookie estiver sendo enviado para seu dispositivo eletrônico. 7.4. Existem várias formas de gerenciar cookies. Consulte as instruções ou a seção de ajuda, tools ou edit, do seu navegador para saber mais sobre como ajustar ou alterar essas configurações. 7.5. Para desabilitar ou excluir os cookies, de forma simples e intuitiva, listamos abaixo o procedimento necessário a ser seguido de acordo com cada navegador:● Para mais informações sobre “Navegação Privada” e gestão de Cookies no browser Firefox, clique aqui (https://support.mozilla.org/en-US/kb/enhanced-tracking-protection-firefox-desktop?redirectslug=enable-and-disable-cookies-website-preferences&redirectlocale=en-US).
● Para mais informações sobre “Navegação como Incógnito” e gestão de Cookies no browser Chrome, clique aqui (https://support.google.com/chrome/answer/95647?hl=en).
● Para mais informações sobre “Navegação Privada” e gestão de Cookies a partir do browser Internet Explorer, clique aqui (https://support.microsoft.com/pt-pt/windows/eliminar-e-gerir-cookies-168dab11-0753-043d-7c16-ede5947fc64d).
● Para mais informações sobre “Navegação Privada” e gestão de Cookies a partir do Safari, clique aqui (https://support.apple.com/pt-br/guide/safari/sfri11471/mac).
● Para mais informações sobre “Navegação Privada” e gestão de Cookies no browser Opera, clique aqui (https://help.opera.com/en/latest/security-and-privacy/#privateWindow).
8. DISPOSIÇÕES GERAIS
8.1. A FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II reserva-se ao direito de alterar este Termo, a qualquer momento, com o objetivo de garantir a sua atualidade, compatibilidade com as normas jurídicas aplicáveis e boas práticas de privacidade e proteção de dados pessoais, cujo texto será disponibilizado no endereço eletrônico https://fjp2.org/portal-de-privacidade. 8.2. As modificações podem ocorrer quando houver alteração nos dados coletados, tratamentos realizados ou finalidades, quando requerido pela ANPD ou outro órgão competente ou em decorrência de questionamentos ou sugestões. 8.3. A nova versão deste Termo entrará em vigor imediatamente após a sua publicação. 8.4. Na hipótese de serem efetuados mudanças neste Termo que afetem direitos dos Titulares, poderá ser solicitada a eliminação dos dados pessoais nos limites legalmente possíveis e razoáveis.1. OBJETIVO
1.1. O presente Termo tem por finalidade demonstrar, de forma transparente, o compromisso da FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II (“Fundação”), da REDE DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL CANÇÃO NOVA, do SISTEMA CANÇÃO NOVA DE COMUNICAÇÃO, do INSTITUTO CANÇÃO NOVA, da FACULDADE CANÇÃO NOVA e do CENTRO MÉDICO PADRE PIO em proteger seus Dados Pessoais e resguardar a sua privacidade, estabelecendo as regras sobre o Tratamento, bem como explicando quais são seus direitos e como exercê-los;
1.2. Considerando a diversidade de segmentos mantidos pela FUNDAÇÃO JOÃO PAULO II, este Termo apresenta seções individualizadas para garantir sua melhor compreensão da forma do Tratamento empregada na área que se busca consultar.
1.3. Leia atentamente este Termo e, caso ainda restem dúvidas, fique à vontade para entrar em contato conosco por meio dos Canais de Atendimento aqui disponibilizados.
2. O TERMO TEM COMO PROPÓSITO:
2.2. Disponibilizar acesso facilitado às informações sobre Tratamento de Dados Pessoais de Usuários em nossos serviços de forma clara e ostensiva;
2.3. Explicar ao Usuário os respectivos direitos em relação aos seus Dados Pessoais coletados e Tratados por nós, e de que forma protegeremos a sua privacidade; e2.4. Garantir que o Usuário entenda quais dos seus Dados Pessoais coletamos, as razões pelas quais os coletamos e utilizamos, além de informações sobre uso compartilhado.
Este formulário foi construído para que você exerça seus direitos em relação aos seus dados pessoais. O atendimento, quando o sistema informatizado estiver indisponível, será realizado por meio do e-mail: ![]()
Perguntas Frequentes
O que é a Lei Geral de Proteção de Dados? Qual é a sua importância?
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), tem como objeto o tratamento de dados pessoais, em meios físicos ou digitais, por pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, tendo como finalidade a proteção dos direitos fundamentais de liberdade e de privacidade.
Essa proteção alcança apenas os dados de pessoas naturais, ou seja, a LGPD não almeja guardar ou defender dados de pessoas jurídicas, como empresas. Isso porque a privacidade é um direito próprio dos indivíduos, não de entidades.
A LGPD é muito importante no âmbito interno, pois faz com que aqueles que tratam dados pessoais sejam obrigados a cumprir com certos deveres, sendo vedada a utilização abusiva dos dados dos cidadãos – como a venda, a utilização para fins diversos, entre outros. Por meio da LGPD, os indivíduos também terão mais acesso a informações e controle sobre o que é feito com os seus dados.
Também é muito relevante no âmbito internacional, pois é desejável que os dados pessoais sejam protegidos e tratados adequadamente no território brasileiro, para viabilizar o estabelecimento de relações diversas – por exemplo, comerciais – com países estrangeiros e com organismos internacionais, como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Em que casos a LGPD não é aplicada?
A LGPD não é aplicada ao tratamento de dados pessoais:
● realizado por pessoa natural para fins exclusivamente particulares e não econômicos;
● realizado para fins exclusivamente jornalístico, artísticos ou acadêmicos;
● realizado para fins exclusivos de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado ou atividades de investigação e repressão de infrações penais;
● provenientes de fora do território nacional e que não sejam objeto de comunicação, uso compartilhado de dados com agentes de tratamento brasileiros ou objeto de transferência internacional de dados com outro país que não o de proveniência, desde que o país de proveniência proporcione grau de proteção de dados pessoais adequado ao previsto nesta Lei.
O que são dados pessoais?
Dados pessoais são qualquer informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável. Exemplos de dados pessoais são: nome, CPF, telefone, endereço, escolaridade, endereço, entre outros.
Para compreender a diferença entre “identificada” e “identificável”, é preciso entender que nem sempre um dado, sozinho, pode identificar o seu titular. Contudo, quando combinado com outros dados, pode gerar uma informação que identifica o titular de dados.
Por exemplo, não é tão fácil identificar uma pessoa sabendo apenas qual é a sua idade. Todavia, se se tem conhecimento também de seu CPF, seu telefone, seu endereço, sua escolaridade e outros, talvez seja mais fácil descobrir a quem esses dados dizem respeito, mesmo sem saber, num primeiro momento, o seu nome.
Os dados pessoais também podem se tornar dado pessoal sensível, quando analisados sob a ótica do contexto e da consequência. Um nome como Hussain Al-Baghdadi indica a origem étnica do indivíduo “árabe”, o que em determinados contextos pode criar uma situação de constrangimento ou descriminação.
E dados pessoais sensíveis?
Por sua vez, dados pessoais sensíveis são dados pessoais sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.
Esses dados devem ser ainda mais protegidos, pela lei e por aqueles que os tratam, pois, se mal utilizados, podem violar direitos personalíssimos e até mesmo gerar situações de constrangimento, ameaça ou discriminação.
O que significa “tratar” dados pessoais?
O art. 5° da LGPD determina que o tratamento de dados pessoais é toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração. O tratamento de dados pessoais pode se dar tanto de forma física ou digital, verbal ou visual.
Toda vez que os dados pessoais de alguém são pedidos para a realização de cadastro numa loja, numa escola, num serviço de saúde, entre outros, está ocorrendo o tratamento de dados pessoais. Não importa se os dados em questão não são sensíveis ou se, numa primeira vista, a situação parece ser inofensiva. O tratamento de dados pessoais deve respeitar os princípios e os direitos estabelecidos pela LGPD.
Como funciona o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes?
O tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes poderá ser realizado com base nas hipóteses legais previstas no art. 7º ou no art. 11 da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), mas sempre observando o seu melhor interesse.
Quem é o controlador de dados?
O controlador de dados é o responsável por decidir a respeito do tratamento de dados. Pode ser uma pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado.
Quem é o operador de dados?
O operador, por sua vez, é aquele que realiza o tratamento de dados em nome do controlador. Também pode ser uma pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado.
Quem é o encarregado de dados?
O encarregado de dados é a pessoa indicada pelo controlador e operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O encarregado de dados pode responder por um grupo de empresas, desde que tenha capacidade para isso. O encarregado dever ter conhecimentos multidisciplinares, inerentes à função, como conhecimento jurídico, tecnológico e práticos no que se refere à proteção de dados.
Encarregado titular: SECURAMDATA – Rodrigo da Costa Alves.
Encarregado substituto: SECURAMDATA – Frank Ned Santa Cruz de Oliveira
Quais são os princípios da LGPD?
A LGPD determina que as atividades de tratamento de dados pessoais devem observar, além da boa-fé, os seguintes princípios:
● finalidade: o tratamento deve ter propósitos legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular, sem possibilidade de tratamento posterior de forma incompatível com essas finalidades;
● adequação: o tratamento deve ser compatível com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;
● necessidade: o tratamento deve ser limitado ao mínimo necessário para a realização de suas finalidades, com abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não excessivos em relação às finalidades do tratamento de dados;
● livre acesso: aos titulares é garantida a consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento, bem como sobre a integralidade de seus dados pessoais;
● qualidade dos dados: aos titulares é garantida exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados, de acordo com a necessidade e para o cumprimento da finalidade de seu tratamento;
● transparência: aos titulares são garantidas informações claras, precisas e facilmente acessíveis sobre a realização do tratamento e os respectivos agentes de tratamento, observados os segredos comercial e industrial;
● segurança: devem ser utilizadas medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;
● prevenção: devem ser adotadas medidas para prevenir a ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados pessoais;
● não discriminação: é vetada a realização do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;
● responsabilização e prestação de contas: o agente deve demonstrar a adoção de medidas eficazes e capazes de comprovar a observância e o cumprimento das normas de proteção de dados pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas.
Quais são os direitos dos titulares de dados?
Os art. 18 e 20 da LGPD determinam que os titulares têm direito a:
● confirmação da existência de tratamento;
● acesso aos dados;
● correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
● anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto nesta Lei;
● portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa e observados os segredos comercial e industrial, de acordo com a regulamentação do órgão controlador;
● portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da agência nacional, observados os segredos comercial e industrial;
● eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas no art. 16 desta Lei;
● informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
● informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;
● Solicitação da revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado de dados pessoais que afetem seus interesses, incluídas as decisões destinadas a definir o seu perfil pessoal, profissional, de consumo e de crédito ou os aspectos de sua personalidade.
Quais são as hipóteses legais para o tratamento de dados pessoais?
A LGPD descreve no art. 7º, dez bases legais para o tratamento de dados pessoais. As bases legais são hipóteses que autorizam os controladores de dados a utilizar os dados pessoais dos titulares de dados, considerando os princípios da legislação e as medidas de segurança, técnicas e administrativas, aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão. As bases legais são: consentimento; cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador; quando necessário para a execução de contratos ou procedimentos preliminares relacionados a contratos do qual seja parte o titular, a pedido do titular; para o exercício regular de direitos em processo judicial, administrativo ou arbitral; para a proteção da vida ou da incolumidade física do titular; para a tutela da saúde; para atender aos interesses legítimos do controlador ou de terceiros, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção de dados pessoais; e para a proteção do crédito.
Para que serve a Agência Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD)?
A ANPD é o órgão da administração pública federal responsável por zelar pela proteção de dados pessoais e por regulamentar, implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD no Brasil.
O que acontece se violarem a LGPD?
Em agosto de 2021, entraram em vigor as sanções administrativas previstas pelo art. 52 da LGPD, que devem ser aplicadas pela ANPD. As sanções são as seguintes:
● advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;
● multa simples, de até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica de direito privado, grupo ou conglomerado no Brasil no seu último exercício,
● excluídos os tributos, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;
● multa diária, observado o limite total a que se refere o inciso II;
● publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência;
bloqueio dos dados pessoais a que se refere a infração até a sua regularização;
● eliminação dos dados pessoais a que se refere a infração;
● suspensão parcial do funcionamento do banco de dados a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a regularização da atividade de tratamento pelo controlador;
● suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais a que se refere a infração pelo período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período;
● proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados.
O que devo fazer em casos de tratamento de dados pessoais em desconformidade com a LGPD?
Nesses casos, os titulares devem, primeiramente, entrar em contato com o controlador de dados e apresentar suas solicitações formalmente. Caso não sejam atendidas, devem entrar em contato com a ANPD, identificando a si mesmos, ao seu representante (se for o caso) e o agente de tratamento. Isso deve ser feito por meio do sistema de Peticionamento Eletrônico do Sistema, utilizando o Protocolo Central – Documentos para outras Unidades e Órgãos da Presidência da República.
O que é capacidade civil?
A capacidade civil significa que uma pessoa tem aptidão para exercer direitos. A capacidade é a regra à qual algumas exceções: são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos. Por sua vez, são relativamente incapazes os maiores de 16 (dezesseis) e menores de 18 (dezoito) anos; os ébrios habituais e os viciados em tóxico; e, aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade.
Nos casos em que um titular não tenha capacidade civil para exercer seus direitos, deve ser assistido por seus pais, tutores ou curadores.
O que é legitimidade?
A legitimidade é a capacidade de uma pessoa de adquirir e buscar a concretização de um determinado direito, sendo seu titular ativo ou seu representante legal de outra pessoa. Um aluno de 12 (doze) anos, por exemplo, deve ser representado por seu responsável, tutor ou curador, para ter acesso ao tratamento de seus dados pela escola. Caso um tio ou outro parente requisite o acesso em nome do aluno, não será possível, por não haver legitimidade para representá-lo.
O que é autenticidade?
Autenticidade se refere à veracidade da alegação de origem ou a autoria das informações. Se uma pessoa solicita acesso aos dados de um aluno a uma escola alegando ser seu representante legal, deve comprovar que de fato possui esse status. A comprovação da autenticidade pode ser feita por meio de uma foto do solicitante com o seu documento de identificação pessoal ao lado do rosto, por exemplo. Desse modo, a autenticidade deve ser comprovada para que se dê o exercício dos direitos dos titulares, seja pela requisição pessoal ou por seu representante legal.
O que é confirmação positiva do titular de dados?
É um procedimento para verificar/validar se o titular de dados realmente é quem alega ser. Este procedimento busca garantir, no caso de exercício dos direitos do titular, que as respostas serão encaminhadas a pessoa correta.
Qual o meio para entrar em contato com o encarregado de dados?
O canal para entrar em contato com o encarregado de Dados está disponível no endereço eletrônico <https://fjp2.org/portal-de-privacidade/> acessível ao titular de dados e qualquer entidade interessada. Procedimentos de atendimento quando o sistema informatizado se encontrar indisponível é pelo E-mail: ![]()